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terça-feira, 7 de agosto de 2012

Estimulação Aplicativos para Tablets auxiliam pessoas com síndrome de Down


Estimulação
Duas fonoaudiólogas da APAE de São Paulo, produziram um artigo para relatar suas experiências positivas com o uso de tablets como ferramenta de estimulação para pessoas com síndrome de Down. Adriana Fernandes de Souza Aquino e Priscila Gama Martins reuniram no texto informações e dicas de aplicativos para Ipad, Tablet da Apple, que estimulam o desenvolvimento cognitivo, a fala e a linguagem, a percepção auditiva e visual, a concentração, a memória e outras capacidades. Reproduzimos abaixo o artigo e disponibilizamos os links para o acesso a cada aplicativo, alguns gratuitos.

O uso do Tablet a serviço da comunicação da criança com Síndrome de Down

Relato de Experiência
Sabemos que a comunicação da pessoa com Síndrome de Down, merece especial atenção, pois é uma das áreas que geralmente está mais comprometida. As alterações de fala e linguagem são reconhecidas como sendo da clínica fonoaudiológica, tornando-se assim, um desafio para a Fonoaudiologia a busca de estratégias e de novas abordagens que estimulem, facilitem e/ou ampliem a comunicação de nossos pacientes, contribuindo em sua inclusão social e melhorando sua qualidade de vida.

Estamos na era de grandes avanços tecnológicos, sendo fundamental utilizarmos dessas ferramentas em prol da saúde da comunicação humana. É notório que a evolução dos dispositivos móveis, como o Tablet (dispositivo eletrônico pessoal em forma de prancheta), com seus vários recursos proporcionados pela tecnologia Andróid (plataforma completa ou novo sistema operacional para dispositivos móveis) e do iPad da Apple, tem promovido uma interatividade mais empolgante e atraente, devido a inúmeros fatores, como por exemplo: a exploração dos diversos canais sensoriais como o visual, auditivo, tátil além de sua praticidade e o fácil manuseio.

Em nossa experiência no Núcleo Norte do Serviço de Estimulação e Habilitação da APAE de São Paulo (Fonoaudiólogas Priscila Gama e Adriana Aquino), iniciamos o uso do Tablet de uma maneira tímida, como estratégia em terapia para estimular linguagem com aplicativos de músicas infantis, como por exemplo: "A Galinha Pintadinha".

Gradativamente fomos ampliando o uso do Tablet, e identificando diversos aplicativos com conteúdos significativos que possibilitam o trabalho com as funções básicas da linguagem, o aprendizado de diversos conceitos, a estimulação da vocalização, e o interesse pela comunicação.

Durante a utilização do Tablet verificamos que a resposta foi surpreendente, mesmo com pacientes bem pequenos (menores de 03 anos). Um dos aspectos observados foi em relação à atenção e sua manutenção, pois é sabido que as crianças com deficiência intelectual dispersam-se com facilidade, dificultando assim, o processo de memorização e de aprendizagem. Com os pacientes maiores de 3 anos que já estão inseridos em escolas e na fase de Pré-Alfabetização a utilização foi de extrema importância, pelo despertar da percepção, da concentração, aquisição de conceitos básicos (cores,animais,frutas, formas), nomeação, categorização e pelo início do aprendizado das letras do alfabeto, enfim, funções que fazem parte do desenvolvimento cognitivo. Observamos também o interesse despertado pela comunicação através da interação com os conteúdos dos aplicativos, como pela intenção comunicativa em relação ao interlocutor, no caso, nós terapeutas. Verificamos um inicio de vocalizações, em pacientes que não apresentavam nenhuma oralidade, bem como o aumento em outras que já haviam iniciado a emissão oral.

Não podemos deixar de citar o envolvimento e participação da família neste processo, possibilitando uma relação mais próxima e afetiva, lembrando que o afeto é uma questão importante no processo de ensino aprendizagem, pois aprender também é formar laços com quem ensina. O uso de reforçadores também ajudou, uma vez que a motivação para aprender está nas reações e comportamentos das pessoas ao redor, neste caso as reações da família e do terapeuta frente à observação do progresso, encorajando e estimulando o entusiasmo de nossos pacientes.

Abaixo segue a relação dos aplicativos do iPad da Apple mais usados por nós na reabilitação com os pacientes com Síndrome de Down, no Núcleo norte do Serviço de Estimulação e Habilitação da APAE de São Paulo. Vale ressaltar que todos estimulam o desenvolvimento cognitivo, nos quais estão implícitos a aquisição da fala e linguagem, a percepção auditiva e visual, atenção, concentração, categorização, memória, discriminação auditiva, formação de conceitos básicos, planejamento, pensamento, criatividade, além de promover uma experiência lúdica diferente e inovadora.

Fonte: Movimento Down

Videogame Xbox Avape utiliza terapia com games para reabilitação de pessoas com deficiência


Videogame Xbox
Aliar lazer aos procedimentos terapêuticos pode ser uma maneira de obter bons resultados no tratamento de pessoas com deficiência intelectual. Foi a partir desta premissa que a Avape - Associação para Valorização de Pessoas com Deficiência desenvolveu uma atividade envolvendo games para compor a terapia dos usuários atendidos no Centro de Convivência da Avape no Riacho Grande, unidade localizada em São Bernardo do Campo.

"Assim como outros elementos lúdicos, o videogame oferece um resultado muito mais efetivo na reabilitação, pois enquanto se diverte, o usuário não impõe nenhum tipo de resistência para aquela habilidade que está sendo trabalhada", explica Simone Senna, gerente da unidade avapeana citada.

As atividades com games são realizadas com um aparelho XBox e acontecem uma vez por semana e também em eventos especiais. Seus benefícios estão ligados não somente na interação do grupo como também na atividade física. Os jogos proporcionam lazer, trabalho em grupo, estimulam todas as funções cognitivas, tais como: noção espaço temporal, coordenação motora global, a atenção e concentração, memória, percepção visual e auditiva, além de favorecer a competição e auxiliar na internalização de normas e regras.

"O XBox possui jogos que permitem que o participante interaja através de movimentos feitos com o próprio corpo e, pelo que conhecemos, já vem sendo testado com sucesso em processos de reabilitação e socialização voltados a pessoas com deficiência intelectual", completa Simone.

A atividade com o videogame na Avape está sendo utilizada por meio do incentivo da Microsoft, fabricante do XBox. Em dezembro de 2011, a Microsoft realizou uma campanha beneficente no Twitter, a partir da qual a Avape foi beneficiada com um kit de produtos, entre os quais mouse, teclado, webcam, Office, Windows e Xbox/Kinect.

Fonte: Trama Comunicação 

Invenção Luva-robô capaz de interpretar Libras é apresentada na CP Recife



Professora Vancleide e Pedro Jorge com a luva
Foto: Luna Markman/G1
Invenção
Os campuseiros conheceram na tarde deste domingo (29/07), na Campus Party Recife, um protótipo de robô capaz de interpretar a Linguagem Brasileira de Sinais (Libras), auxiliando pessoas com necessidades especiais, como autistas e gente com paralisia cerebral. A tecnologia foi desenvolvida por alunos e ex-alunos do Colégio Apoio, do Recife.

O robô foi concebido para participar da First Lego League, em 2011, no Estados Unidos, cujo tema era o uso da tecnologia para melhorar o corpo. "Nossa escola é inclusiva. Temos alunos com paralisia cerebral e focamos no nosso contexto escolar, pensando em ajudar quem está ao nosso redor, para assim alcançar quem está fora também", explicou a professora Vancleide Jordão, que orienta os estudantes. O projeto foi vencedor na categoria Profissionalismo Mundial.

O grupo percebeu o potencial científico do projeto e começou a trabalhar no seu desenvolvimento. O equipamento participou da Mostra Nacional de Robótica e da Feira Brasileira de Ciência e Engenharia. Dois alunos ganharam bolsa de iniciação científica do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ) para financiar os estudos em cima da luva tradutora.

Já são dois anos e meio desenvolvendo o robô, que usa a Comunicação Alternativa e Aumentativa (CAA), ou seja, substitui a fala para compensar a dificuldade de expressão oral. É simples: a criança e uma equipe formada por fonoaudiólogos, psicólogos e parentes definem gestos para cada letra. A luva tem sensores que acompanham os movimentos dos dedos, enviando os dados para o Arduíno, que é um controlador open source de robótica.

O Arduíno compara os sinais que chegam com os dados pré-programados pela equipe. A letra aparece em um monitor LCD, transmitindo a mensagem do usuário. Assim, um tal movimento pode significar que a pessoa está com fome, feliz, triste... Para montar a luva, os estudantes usaram as plataformas Arduíno e Lego Mindstorms NXT.

"A luva resolve o problema das várias linguagens voltadas para pessoas com necessidades especiais, que também estão em constante mudança. Agora estamos trabalhando para dar mais leveza ao protótipo, tirar os fios", falou o bolsista Pedro Jorge Silva. O jovem lembrou, ainda, que o robô, além de traduzir, também pode controlar por meio da tecnologia assistiva. A luva pode, por exemplo, controlar uma cadeira de rodas, usando a mesma lógica dos sensores.

Fonte: G1 Pernambuco

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Estudante cria vestido de noiva inclusivo para ser usado por cadeirantes



Drika mostra a boneca na cadeira de rodas que usa para criar o vestido inclusivo
Foto: Juliana Lobato/Agência BOM DIA
Moda inclusiva
Ao ver se aproximar a data em que teria de escolher um tema para seu projeto de final de curso, a estudante de design Drielli Valério de Oliveira, a Drika, 24, chegou a perder noites de sono de tanto pensar. Ela gostaria de desenvolver um projeto sobre moda, mas não queria nada banal ou sem utilidade social.

Numa dessas noites insones, veio a ideia. A estudante resolveu criar um vestido de noiva inclusivo. Um modelo que possa ser usado por mulheres de todos os tipos, inclusive as acima do peso ou com deficiência física. A jovem não é do tipo de estudante que entrega o trabalho de conclusão de curso apenas para conseguir nota e ser aprovada. Com jeito de empreendedora, quer fazer uma apresentação brilhante e prepara surpresas para a defesa, que será em agosto.

Drika foi à luta e estudou noções de ergonometria. Também se dedicou a entender o que é acessibilidade. Na Sorri, entidade que trabalha na inclusão de deficientes, fez um sorteio entre três cadeirantes e ganhou uma parceira, Roberta Rieni Ramos de Jesus, sua modelo para o vestido de noiva. O figurino não vai ficar apenas no papel. Com uma lista de lojas especializadas na mão, a estudante foi atrás de patrocínio e conseguiu, no primeiro lugar em que entrou, a Lauviah Noivas e Festas. Depois de pronto e apresentado, a intenção é que o vestido fique à disposição para aluguel.

Além de apresentar o vestido inclusivo na faculdade em que estuda, no Iesb (Instituto de Ensino Superior de Bauru), Drika participa do 4º Concurso Moda Inclusiva, promovido pela Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo. Por causa das regras do concurso, não pode revelar detalhes do modelo.

Ateliê
Drika sempre gostou de moda e desenha desde criança. No quarto dos pais, uma mesa cheia de papéis e lápis coloridos é seu local de trabalho. Futuramente, ela quer construir um ateliê no quintal da casa, no Mary Dota. Na infância, a estudante gostava de ficar ao lado da tia costureira. E também criava modelos para suas bonecas.

Agora, prestes a virar profissional, comprou uma boneca vestida de noiva para fazer testes. Precisava de uma cadeira de rodas de brinquedo, não conseguiu e não teve dúvidas: criou uma com material improvisado, como pires e espetinhos de churrasco.

De uma vizinha, emprestou uma cadeira de rodas de verdade para aprimorar o estudo. Num único projeto, Drika trabalha para apresentar algo diferente e ao mesmo tempo útil para um segmento social. Tudo o que queria alcançar nas noites sem dormir.

Inclusão abrange vários segmentos
Para a Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência, atender as necessidades desse público não se restringe a construir rampa ou garantir uma prótese. As medidas não devem ser isoladas

Direito a ter opção é um dos objetivos
Pessoas com deficiência devem ter o direito de fazer opções de onde e quando ir aos lugares e também na hora de escolher o que vestir.

Modelo conta que é difícil encontrar roupas
Ninguém melhor para relatar as dificuldades para se vestir do que Roberta Rieni Ramos de Jesus, 23, que atua como modelo de Drika para a confecção do vestido de noiva inclusivo. Segundo ela, além da dificuldade de acesso às lojas ainda não adaptadas para receber deficientes físicos, é complicado encontrar roupas adequadas.

Calça jeans, por exemplo, é quase impossível. A localização de botões e zíper é outra dificuldade encontrada. Roberta está animada com a decisão da estudante de se dedicar à moda inclusiva. "Não sei como ninguém pensou nisso antes", diz.

Separada e mãe de dois filhos, de nove e três anos, Roberta afirma que um de seus sonhos era usar um vestido de noiva. Mesmo sem entrar na igreja, o projeto de Drika de certa forma realiza esse desejo. Ela teve um tumor na medula que a deixou paraplégica e faz tratamento para recuperar os movimentos.

Depois de apresentar o trabalho de conclusão de curso e participar do concurso, a estudante planeja desenvolver sua vida profissional como estilista de moda inclusiva. No Facebook, ela criou o grupo Projeto Vestido de Noiva Inclusivo e usa a internet para conversar com pessoas com deficiência que ajudam na criação do vestido e de outras peças. Uma das perguntas postadas, por exemplo, é sobre as dificuldades encontradas na hora de se vestir e o que pode ser feito para minimizar essa situação.

Fonte: Diário de São Paulo

Acessibilidade Tribunais serão orientados a adaptar tribunas para cadeirantes




Foto: Luiz Silveira/Agência CNJ
Acessibilidade
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu, nesta terça-feira (31/7), recomendar a todos os tribunais brasileiros a instalação nos plenários de tribunas para sustentação oral de advogados com layout adaptado para cadeirantes. "A tribuna é indissociável da sustentação oral e constitui o prolongamento da função da advocacia. A sustentação oral ganha em qualidade quando proferida da tribuna", destacou o presidente do CNJ, ministro Ayres Britto, que foi o autor da proposta.

No plenário do CNJ, por determinação do próprio presidente, a tribuna foi adaptada para advogados que utilizam cadeira de rodas. O novo modelo é utilizado desde junho. No ano passado, quando assumiu a presidência da 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Ayres Britto também solicitou a adaptação. Com a decisão unânime tomada nesta terça-feira (31/7), durante a 151ª sessão ordinária, o Conselho vai editar recomendação orientando todos os tribunais a adotarem a mesma medida, em complemento à Resolução 114, que define normas de acessibilidade para as obras no Poder Judiciário.

Acessibilidade - Durante a sessão, o conselheiro Wellington Saraiva propôs a edição de normas e orientações mais abrangentes aos Tribunais para garantir o cumprimento da Lei de Acessibilidade (Lei 10.098/2000) nos órgãos do Poder Judiciário. Entre as medidas sugeridas pelo conselheiro estão a sinalização nos prédios da Justiça e a adaptação dos sistemas e portais na internet para pessoas com deficiência visual. Saraiva se comprometeu a elaborar uma proposta de texto para submeter à aprovação do plenário.

Fonte: Agência CNJ de Notícias

Oportunidade PADEF oferece vagas para pessoas com deficiência em supermercados


Oportunidade
O programa Emprega São Paulo/ Mais Emprego, agência de empregos pública e gratuita, gerenciada pela Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho (SERT) em parceria com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), oferece, nesta semana, 266 postos de trabalho por meio do Programa de Apoio a pessoa com Deficiência - PADEF. As oportunidades são destinadas à região metropolitana da capital.

Os destaques desta semana ficam por conta do setor de comércio. São 53 oportunidades no total para atuar em supermercados, destas 27 para repositor de mercadorias e 26 para operador de caixa.

A escolaridade exigida para o preenchimento das vagas varia entre Ensino Fundamental e Ensino Superior incompleto.

Como se cadastrar
Para ter acesso a estas vagas, basta acessar o site www.empregasaopaulo.sp.gov.br, criar login, senha e informar os dados solicitados. Outra opção é comparecer a um Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT) com RG, CPF e Carteira de Trabalho.

É importante que o usuário mantenha seus dados de cadastro atualizados para não perder oportunidades de trabalho e para ter acesso aos programas de qualificação da SERT, como o Time do Emprego e o Programa Estadual de Qualificação (PEQ), por exemplo.

Fonte: Repórter Diário

Paralimpíada Nadadores viajam para treino em altitude pré-Londres




Foto: CPB
Paralimpíada
Na reta final para os Jogos Paralímpicos de Londres, Andre Brasil, Daniel Dias, Carlos Farrenberg, Caio Amorim, Clodoaldo Silva, Phelipe Rodrigues, Edênia Garcia, Susana Ribeiro e Matheus Rheine embarcaram na quarta-feira (25/07), no aeroporto de Guarulhos, para Sierra Nevada (Espanha), onde farão treinamento em altitude. Os atletas integram a Seleção Brasileira de Natação que defenderá o País na maior competição do planeta para atletas de alto rendimento com deficiência, entre os dias 29 de agosto e 9 de setembro.

"Os nadadores que viajam agora são atletas Caixa ou fazem parte do Time São Paulo e Time Rio. O Comitê Paralímpico Brasileiro juntamente com a Caixa, os Governos do Estado de São Paulo e Municipal do Rio de Janeiro proporcionou aos atletas medalhistas em Pequim 2008 e novos talentos que tivessem o melhor em sua preparação para os Jogos de Londres 2012", afirmou o coordenador nacional da Natação, Murilo Barreto.

Ele ressalta ainda que Daniel Dias e Andre Brasil chegarão em Londres mais visados, por conta dos resultados que tiveram na última Paralimpíada, e que o treinamento em altitude fará a diferença no treinamento dos dois, principalmente quando eles descerem para uma altitude menor.

Perto de "pendurar a sunga", o multimedalhista Clodoaldo Silva irá encarar sua quarta e última Paralimpíada. Para ele, o treinamento em altitude é especial.

"É a primeira vez que fazemos esse tipo de treinamento antes de uma Paralimpíada. Ele é um sinal de evolução e de que a preparação para o Rio 2016 será, sem dúvida, ainda melhor. Minha expectativa para Londres é superar minhas marcas sem pensar em medalhas. Já ganhei medalhas sem ter melhorado meus tempos e isso me deixou frustrado. Tudo o que eu poderia conquistar na água eu já conquistei. A vida é feita de desafios e está na hora de encontrar outros fora da piscina", disse.

Pronto para sua segunda Paralimpíada, Phelipe encara o treino em Sierra Nevada como mais um passo rumo a um lugar mais alto no pódio em Londres.

"Quero superar minhas duas pratas em Pequim 2008. Minha preparação foi bastante difícil. Abri mão de muitas coisas, tranquei a faculdade, dobrei a carga de treinos nos últimos seis meses", comentou o nadador que se prepara para disputar três provas individuais e dois revezamentos.

Atletas que farão treinamento em altitude
Andre Brasil - Time São Paulo e Caixa
Daniel Dias - Time São Paulo
Carlos Farrenberg - Time São Paulo e Caixa
Caio Amorim - Time Rio
Clodoaldo Silva - Time Rio
Phelipe Rodrigues - Time Rio e Caixa
Edênia Garcia - Caixa
Susana Ribeiro
Matheus Rheine

Fonte: Comunicação CPB