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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Brilhar na avenida Apae de São Paulo e Rosas de Ouro brilham juntas no carnaval 2013



Pessoas atendidas pela Apae/SP participaram do último ensaio
Brilhar na avenida
Este ano, a APAE DE SÃO PAULO desfila com a Escola de Samba Sociedade Rosas de Ouro, vice-campeã do Carnaval de São Paulo 2012. As pessoas com deficiência Intelectual atendidas pela Organização desfilam fantasiadas na Ala do Projeto Social, representando as comemorações natalinas que acontecem em Gramado (RS).

O samba enredo "Os Condutores da Alegria - Numa Fantástica Viagem aos Reinos da Folia" conta a história das festas populares pelo mundo. Os ensaios no barracão da escola de samba já começaram e os representantes da APAE DE SÃO PAULO prometem mostrar que também têm "samba no pé"! Esse desfile será um sucesso!

Fonte: Perspectiva Comunicação

Acessibilidade Concurso Banca Nova: veja a futura banca do Largo da Batata



Acessibilidade
O baiano João Paulo Leite Guedes projetou uma banca acessível, de aço corten, para substituir os quiosques atuais do Largo da Batata, em São Paulo

Vencedor do Concurso Banca Nova, o arquiteto João Paulo Leite Guedes explica seu projeto: "A ideia principal do projeto é quea banca seja facilmente acessível a pessoas com limitação de locomoção". A banca é feita de aço corten, um material que dispensa muita manutenção. Marianne Wenzel, redatora-chefe da revista ARQUITETURA & CONSTRUÇÃO, explica a importância da competição de arquitetura: "O legal de um concurso desse tipo é trazer certeza de que o projeto vai sair do papel. A cidade ganha melhor mobiliário urbano".

Fonte: Casa Abril

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Estudante é impedida de fazer matrícula em universidade por causa de deficiência auditiva.


Irene ficou indignada ao ser informada que universidade não disponibilizaria intérprete para a filha. (Foto: Simão Nogueira)
Irene ficou indignada ao ser informada que universidade não disponibilizaria intérprete para a filha. (Foto: Simão Nogueira)
Defensoria Pública de MS/NG
família de uma estudante portadora de deficiência auditiva buscou ajuda na Defensoria Pública da comarca de Campo Grande depois que a menina, Tábata Larissa Rodrigues Lopes, teve a matrícula rejeitada, no curso de Ciências Biológicas, por uma universidade particular da Capital.
De acordo com Iraene Rodrigues Nogueira, que é mãe da estudante, a filha foi aprovada no processo seletivo, mas no momento da matrícula a direção da Universidade informou que a jovem só poderia efetivar o registro caso a família se comprometesse em contratar um intérprete.
“No dia, informaram que os gastos com a intérprete seriam nosso, pois é uma necessidade somente dela. Ou então que alguém da família acompanhasse as aulas para auxiliá-la”, afirmou a mãe.
comerciante conta que ficou constrangida com a informação e retornou com a filha para casa sem realizar o procedimento.
“Ficamos revoltados e muito tristes. Mas como enfrentamos essa situação, da deficiência auditiva, desde a infância dela, busquei ajuda com a Defensoria Pública”, explica dona Iraene.
Tábata apresentou os primeiros sinais da falta de audição durante os seis meses de vida. O entrave com a instituição de ensino não é o primeiro que a família sofre. Segundo a mãe, durante o período escolar, a estudante foi reprovada três vezes por não receber auxílio de um intérprete na sala de aula.
“Não é uma novidade, mas achávamos que em uma instituição de ensino superior fosse diferente. Ela terminou o ensino médio com acompanhamento de um intérprete. Sempre foi difícil”, comenta.
Ao procurar a Defensoria Pública, a família foi orientada que a estudante é amparada pela Lei da Acessibilidade e que o posicionamento da Instituição, de fato, não é correto.
A Defensoria expediu ofício à Secretaria Estadual de Educação e à Instituição de Ensino e aguarda novo posicionamento sobre o caso, conforme determinado judicialmente.
De acordo com pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), de Amostra do Censo Demográfico, realizada entre os meses de agosto e novembro de 2010, a deficiência auditiva afeta 4,4% da população de Mato Grosso do Sul.
Fonte: MediaMaxNews

Convivendo com a Síndrome de Down.

Maria Antônia Goulart e a filha, Beatriz. (Foto: Divulgação)
Maria Antônia Goulart e a filha, Beatriz. (Foto: Divulgação)
Oi, pais e mães!
O post de hoje é dedicado à advogada Maria Antônia Goulart, coordenadora-geral do portal Movimento Down. Essa mãe deu um depoimento emocionante à Folha de São Paulo, no qual diz que um filho com Síndrome de Down não é um fardo, ao contrário do que muita gente pensa.
Maria Antônia é mãe de Beatriz, de dois anos e meio. Não conheço pessoalmente nem mãe nem filha, mas a foto da menininha, linda, saudável, e a maneira como a mãe lida com toda essa questão me chamou aatenção.
No texto ela, que soube que a filha tinha essa síndrome só depois do parto, comenta sobre o novo exame de detecção precoce (que chega ao Brasil agora e que detecta essa e outras síndromes com 9 semanas de gestação). Diz que se existisse esse método quando Beatriz nasceu ela poderia ter um cardiologista na sala de parto, por exemplo, já que muitas crianças com Síndrome de Down são cardiopatas.
Sobre a possibilidade das pessoas abortarem ao descobrirem o problema do bebê, ela diz não acreditar que o jeito de resolver esse problema seja restringir o acesso à informação, à ciência. Maria Antônia vai além.”O que acho importante como ativista e familiar de uma pessoa com down é esclarecer a sociedade de que ter um filho com a síndrome não é o fim do mundo. Tem cuidados a mais, mas é um filho que vai ter uma vida feliz, produtiva. Pessoas com Síndrome de Down trabalham, namoram, têm vida social. Isso dá a percepção de que eles podem ser felizes e acalma o coração de uma mãe que está num dilema como esse. Uma criança com down é mais um filho e não um fardo na sua vida.”, diz.
É isso, Maria Antônia. Que seu exemplo sirva pra outras mães.
Fonte: Patrícia Maldonado, Yahoo Mulher

Memorial da Inclusão abre espaço para exposição fotográfica “Vidas em Cenas”.


O casal Carina Queiroz (paraplégica) e seu marido Willian (sem deficiência) registram um momento de intensa alegria no dia do casamento.
O casal Carina Queiroz (paraplégica) e seu marido Willian (sem deficiência) registram um momento de intensa alegria no dia do casamento.
O Memorial da Inclusão, abre espaço para exposição fotográfica “Vidas em Cenas”,de 08 de fevereiro a 31 de março. Exposição que retrata o cotidiano de pessoas com deficiência, em 12 imagens fazendo uma linha do tempo da infância a terceira idade.
Vidas em Cenas é uma exposição itinerante do projeto Imagem e Inclusão, que pertence a empresa Mãe Especial. Curadoria de Antônia Yamashita com imagens de Kica de Castro e colaboração do fotógrafo Arthur Calasans.
A exposição teve inicio em 21 de setembro de 2012,na estação do metro Sé. A data foi escolhida por ser o dianacional da luta das pessoas com deficiência.
“Nosso objetivo é mostrar que o cotidiano das pessoas com deficiência é igual ao das outras pessoas”,resume a empresaria e pedagoga Antônia Yamashita.
Algumas imagens são diferentes da exposição anterior. Vale apena conferir e ressaltar que a exposição é totalmente adaptada para receber visitantes com deficiência. As legendas das imagens, por exemplo, tem fonte aumentada – para poderem ser lidas por quem tem baixa visão – transcritas em braile e áudio descrição das fotos, o que permite que pessoas com deficiência visual também participem. As imagens mostram pessoas com todos os tipos de deficiência: visual, auditiva, motora e intelectual.
http://imagemeinclusao.com.br

Roda dobrável para cadeira de rodas facilita a vida do cadeirante


“Essa matéria foi extraída do Blog Deficiente Físico“.
Mais que merecida a seleção da Folding Wheel  no shortlist da premiação Designs of the Year 2013 doDesign Museum de Londres.
Afinal, a criação do pessoal do Vitamins, Design and Invention Studio  é simplesmente sensacional! Visando a melhora na qualidade  de vida de cadeirantes, a roda dobrável permite que a cadeira possa ser transportada de maneira muito mais prática, fácil, confortável e sem restringir o acesso em inúmeras situações.
Com patentes e licenças aprovadas, a Folding Wheel, assim como a sua cadeira, devem ser lançadas em breve. É aguardar para saber os preços.
Vejas as fotos:
Cadeira com roda dobrável
Cadeira com roda dobrável
Cadeira com roda dobrável
Cadeira com roda dobrável
Cadeira com roda dobrável
Fonte: Bem Legaus
Referência: Blog do Deficiente Físico
Fotos: Vitamins, Design and Invention Studio

Banca de Jornal ACESSÍVEL!


Conheça a futura Banca de Jornal do Largo da Batata em São Paulo.
“A ideia principal do projeto é que a banca seja facilmente  acessível a pessoas com limitação de locomoção”, disse o arquiteto baiano João Paulo Leite Guedes, vencedor do Concurso Banca Nova.
Vamos ver a Banca Acessível:
A foto acima mostra o processo de montagem.
A foto acima mostra o processo de montagem.
A foto acima mostra a organização interna da banca, que possibilita a armazenagem de todo o acervo e itens necessários para o seu funcionamento. A simetria adotada no posicionamento dos módulos funcionais permite a criação de dois acessos opostos pelos quais ocorre ventilação cruzada.
A foto acima mostra a organização interna da banca, que possibilita a armazenagem de todo o acervo e itens necessários para o seu funcionamento. A simetria adotada no posicionamento dos módulos funcionais permite a criação de dois acessos opostos pelos quais ocorre ventilação cruzada.
Banca fechada e quando aberta.
Banca fechada e quando aberta.
O arquiteto João Paulo Guedes optou por um desenho limpo, de superfície contínua e com material de aparência natural – aço corten. A configuração remete a tipologia dos pórticos encontrados em centros urbanos que representam marcos visuais de referência na paisagem.
arquiteto João Paulo Guedes optou por um desenho limpo, de superfície contínua e com material de aparência natural – aço corten. A configuração remete a tipologia dos pórticos encontrados em centros urbanos que representam marcos visuais de referência na paisagem.
O arquiteto João Paulo Guedes optou por um desenho limpo, de superfície contínua e com material de aparência natural – aço corten. A configuração remete a tipologia dos pórticos encontrados em centros urbanos que representam marcos visuais de referência na paisagem.
O arquiteto João Paulo Guedes optou por um desenho limpo, de superfície contínua e com material de aparência natural – aço corten. A configuração remete a tipologia dos pórticos encontrados em centros urbanos que representam marcos visuais de referência na paisagem.
Para facilitar o acesso de pessoas que usam cadeira de rodas e pessoas com mobilidade reduzida, a solução de acessibilidade proposta foi minimizar a área de contato da estrutura com o piso existente, o que possibilita o acesso livre de obstáculos.
Para facilitar o acesso de pessoas que usam cadeira de rodas e pessoas com mobilidade reduzida, a solução de acessibilidade proposta foi minimizar a área de contato da estrutura com o piso existente, o que possibilita o acesso livre de obstáculos.
Fonte: Blog Arquitetura Acessível,Thais Frota
Fotos: João Paulo Leite Guedes