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terça-feira, 17 de setembro de 2013

Basquete de cadeirantes vira exemplo de amizade em comercial

Anúncio da cerveja irlandesa Guinness fala sobre amizade e companherismo

Ao longo do clipe, um narrador enuncia as palavras “dedicação” e “lealdade” (Reprodução)
O novo viral dos esportes é um comercial  de Guinness, famosa marca irlandesa de cerveja. No anúncio, pode-se ver um grupo de amigos jogando, com dificuldade, basquete em cadeiras de rodas. Ao longo do clipe, um narrador enuncia as palavras “dedicação” e “lealdade”.
De repente um dos jogadores comenta “vocês estão melhorando”, ao passo que seus companheiros se levantam de suas cadeiras. O narrador, então, enuncia “Amizade. As escolhas que fazemos revelam a verdadeira natureza de nosso caráter".
Fonte: Fox Sports

Cadeirantes elogiam espaço reservado na Cidade do Rock



Para usuários, acessibilidade melhorou desde a última edição do evento. Única falha foi a localizaçãodistante dos banheiros específicos para eles.
Eduardo Andrade, 21 anos, e a namorada Camila Marina Verdi, 20 anos, na Cidade do Rock (Foto: Glauco Araújo/G1)
Eduardo Andrade, 21 anos, e a namorada Camila Marina Verdi, 20 anos, na Cidade do Rock (Foto: Glauco Araújo/G1)
Cadeirantes aprovaram o espaço reservado exclusivamente para eles na Cidade do Rock nesta sexta-feira (13). Para eles, a visibilidade do palco melhorou desde a edição de 2011, as rampas de acesso são mais amplas, mas, segundo relatos dos usuários, ainda falta informação sobre localização de banheiros.
“É a primeira vez que eu venho aqui. Está ótimo. Só falta banheiro perto da área reservada para nós. Ainda não sei, falta informação sobre banheiro. A iniciativa do espaço é boa. Outra coisa que poderia melhorar um pouquinho é a proximidade com o palco. Podia ser mais perto”, disse Eduardo Andrade, 21 anos, estudante de medicina em Santa Maria (RS).
A namorada dele, Camila Marina Verdi, 20 anos, concorda com o companheiro. “Vim de acompanhante. Tentei achar banheiro específico para cadeirante perto da área destinada, reservada para quem tem algum tipo de dificuldade de mobilidade, mas só achei do outro lado da cidade, perto da roda gigante. Muito longe.”
A cadeirante Aline de Almeida Machado, 23 anos, comparou o espaço reservado para este ano com o de 2011. “Estive aqui na edição passada para ver o Coldplay e a Shakira. Se comparar o espaço deste ano para o da de 2011, a visibilidade melhorou. Na outra edição a mureta era fechada e neste ano é grade vazada. Ficou ótimo para quem é baixinha como eu. Quero ver David Guetta e a Beyoncé.”
Cadeirante Aline de Almeida Machado disse que visibilidade de área reservada melhorou na Cidade do Rock (Foto: Glauco Araújo/G1)
Cadeirante Aline de Almeida Machado disse que visibilidade de área reservada melhorou na Cidade do Rock (Foto: Glauco Araújo/G1)
Fonte: Glauco Araújo, G1

domingo, 15 de setembro de 2013

Discussão em torno do Estatuto da Pessoa com Deficiência movimenta a sociedade. Participe!



Um assunto vem movimentando a cena política no país. É a discussão em torno da aprovação doprojeto  do Estatuto da Pessoa com Deficiência (PL7699/06), que está em análise na Câmara Federal. Até o dia 1º de outubro, qualquer pessoa pode enviar sua colaboração para o texto pela internet. As sugestões serão analisadas pela relatora do projeto, a deputada federal Mara Gabrilli (PSDB/SP).
O texto do projeto já está adequado à Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, da ONU, documento aprovado em 2006 na sede da organização, em Nova York, e ratificado em 2008 pelo Brasil, por meio do Decreto Legislativo 186/08. Ou seja, aqui, o texto foi promulgado com status de emenda constitucional.
Entenda o Estatuto
A ideia do estatuto é alinhar a legislação brasileira às diretrizes da Convenção da ONU. O projeto de lei tramita desde 2006 e, levando em conta o marco regulatório já existente, o projeto de lei original do Estatuto e a Convenção, um grupo de trabalho formado por juízes, representantes do governo, do Ministério Público e da sociedade civil, propôs um texto substitutivo. O objetivo deste trabalho de adequação é por em prática no país os direitos garantidos pelo documento da ONU – mesmo com força de emenda constitucional, algumas questões de que trata a Convenção ainda requerem regulamentação para que todo seu conteúdo possa ser aplicado na prática – garantindo os direitos que defende.
Além das diretrizes indicadas pela Convenção, o texto produzido procura atender às carências identificadas na população brasileira, inclusive aquelas apontadas pela própria população. Outra preocupação importante foi não permitir que houvesse retrocesso nos direitos já conquistados. A expectativa é que, quando aprovado, o Estatuto possibilite a operacionalização de todas as determinações do documento da ONU e das outras normas inseridas para facilitar a implementação da normativa em todo o Brasil.
Como participar
Para participar, é importante fazer suas contribuições até o dia 1º de outubro de 2013 por meio do portal e-Democracia. Qualquer pessoa cadastrada no portal pode opinar sobre todos os itens do texto que será votado na Câmara.
Para saber mais
Para saber mais sobre o processo de tramitação do Estatuto, clique aqui.
Veja a reportagem do jornal Folha de S. Paulo sobre os pontos polêmicos do Estatuto. A advogada Ana Claudia Corrêa, consultora jurídica do Movimento Down, foi entrevistada sobre o casamento entre pessoas com deficiência intelectual.

A sensualidade da colombiana paraplégica Ángela Márquez

ÁNGELA MÁRQUEZCaro leitor,
A matéria abaixo foi extraída do blog Centauro Alado.
Esta jovem colombiana sofreu um acidente há alguns anos no Chile e por isso, não pode andar novamente. Seu desejo de seguir em frente é igual ao de muitas outras pessoas com deficiência. Ángela ainda é uma mulher e, portanto, posou para as lentes da revista Soho.
O acidente
Na segunda-feira 14 de setembro de 2009, Ángela Maria Márquez deixou San Pedro, no deserto do Atacama – a região mais árida do mundo – em direção a algumas ruínas de minas de enxofre, onde pretendia tirar algumas fotos para o seu trabalho de pós-graduação.
Ela estava acostumada a andar por ali. Mas estava sozinha e sem telefone. Após subir numa plataforma de cinco metros de altura, acabou caindo nas rochas.
ÁNGELA MÁRQUEZ
Quando tentou levantar-se , sentiu uma dor terrível no peito e descobriu que as pernas não se moviam. O sol estava impiedoso. Os ombros , o abdômen e as pernas foram expostos aos raios de sol e ela sofreu queimaduras que deixaram cicatrizes para sempre. Após ficar muitas horas ferida, Ángela finalmente foi resgatada pela polícia e levada para o hospital, onde permaneceu por 38 dias.
ÁNGELA MÁRQUEZ
As vértebras dorsais 7 e 8 estavam completamente comprometidas. Ali, de frente para a nova realidade e com a companhia de sua mãe e sua tia, Angela começou o processo de reabilitação. Seis meses depois do acidente ela estava de volta na Colômbia, com a firme decisão de viajar pelo mundo.
Ao ser fotografada, Ángela queria que estas imagens pudessem despertar um olhar diferente em relação às pessoas com deficiência.
ÁNGELA MÁRQUEZ
FONTE: http://www.soho.com.co

Com 2,8 mi de deficientes, SP tem 62% das unidades de saúde sem acessibilidade

Ministério Público investiga e cobra mudanças na rede municipal. Em algumas faltam Projeto Técnico e Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros
Quarenta e cinco milhões de deficientes físicos em todo o Brasil, 2,8 milhões somente na cidade de São Paulo, segundo o último Censo do IBGE. Embora o número de deficientes na capital paulista seja maior do que a população total de Salvador – a terceira maior cidade do País -, 62% dos hospitais municipais em São Paulo trabalham sem a adaptação necessária para receber esses pacientes. Para exemplificar o que médicos e enfermeiros ouvidos pela reportagem classificam de “regra”, o iG conta o que acontece em três unidades de saúde do município que passaram por investigação no Ministério Público de São Paulo.
Sob inquérito há dois anos, o Centro de Atenção Psicossocial (Caps) 2, em Pirituba, zona oeste, foi instalado em um imóvel que não se adequou aos deficientes. A rampa para a entrada e o caminho até a unidade não utilizam piso tátil. Nas dependências do prédio – voltado a deficientes mentais -, a passagem impede o uso adequado de cadeira de rodas, segundo relatório da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA), ligada à própria prefeitura.
Além de faltar bebedouros acessíveis, não há banheiro para pessoas com deficiência. No dia 22 de fevereiro deste ano, o Ministério Púbico deu 180 dias para concluir o inquérito, prazo que terminou este mês. A partir de então, uma ação civil pública pode ser instaurada.
“A rampa não é um detalhe para quem tem dificuldade de locomoção”, afirma Robson Gonzales, diretor da Arpa Arquitetura, especializada em acessibilidade. “O mais esquecido, entretanto, é o deficiente visual, que sofre quando não tem piso tátil que o leva ao balcão, nem telefone próprio para se comunicar com a família. Normalmente, ele vai fazer uma consulta, pega uma senha sem braile e espera ser chamado por um painel sem orientação por voz.”
Irregularidade ainda maior enfrenta o Hospital Municipal Doutor Alexandre Zaio, na Vila Nhocune, na zona leste. Em vistoria de abril, o Corpo de Bombeiros denunciou a ausência de Auto de Vistoria (AVCB).
“O AVCB é a certificação dos bombeiros de que o prédio está em ordem com as medidas de segurança contra incêndio”, explica o tenente Mauro Antônio Brancalhão. “Ele é obrigatório para qualquer edificação, exceto casas com uma só família. A penalidade, no entanto, cabe à prefeitura, responsável pela fiscalização.”
Sobre a acessibilidade do prédio, foram identificadas 146 inadequações pela CPA. Até o dia 13 de agosto, o MP não recebeu nenhuma resposta da prefeitura sobre as soluções para o prédio, onde as rampas de acesso estão fora do padrão e faltam piso tátil e banheiro exclusivo para deficientes. Também não há bebedouro e telefone adaptados, enquanto os assentos fixos impedem o posicionamento de cadeira de roda na sala de espera. As calçadas ao redor do hospital também estão em mau estado.
“O entorno das unidades de saúde precisa de adaptação”, afirma Gonzales. “Desde o ponto de ônibus à calçada que leva ao hospital recomenda-se piso tátil, além da necessidade de instalar orelhão especial perto da unidade. O acesso a muitos hospitais é por uma rua inclinada com a calçada acompanhando o desnível. Quem usa cadeira de rodas tem de rezar para não rolar.”
Ao contrário do que acontece no Caps e do Alexandre Zaio, o inquérito aberto em dezembro de 2012 ajudou a solucionar problemas idênticos na Unidade Básica de Saúde (UBS) da Vila Formosa, também na zona leste. Atualmente, uma empreiteira conclui uma reforma esperada pelos usuários há anos.
O prédio não dava acesso a pessoas com deficiência, as rampas estavam fora do padrão e o único sanitário para deficientes estava com oito inadequações, como a altura incorreta nas barras de ferro utilizadas para o apoio do paciente. A investigação identificou outros problemas na UBS, como extintores com prazo de validade vencido (já resolvido) e ausência de Projeto Técnico Simplificado, obrigatório para a organizar o sistema de segurança contra incêndio.
O especialista elogia a legislação brasileira para o setor, mas diz que o problema está em sua execução. “As leis estipulam multas, mas isso raramente acontece sob a justificativa de que o Brasil ainda está na fase de esclarecimento e educação”, diz ele. “Mas isso não funciona no País. Já se foram 13 anos desde a lei 10.098 e a sociedade civil com deficiência vai continuar esperando pela boa vontade do governo e do comerciante para adaptar seus edifícios”.
Outro lado
Ao iG , a Secretaria Municipal da Saúde confirmou que “38% das unidades da rede municipal são acessíveis. Nas demais, quando o paciente não tem condições de acessar o local, um profissional o atende no andar inferior”. O município prevê R$ 14,6 milhões para obras de acessibilidade no ano que vem.
“Com relação ao projeto para adaptação do Caps 2 Pirituba, informamos que já foi publicada no Diário Oficial do Município a autorização para realização de serviços gerais de manutenção preventiva, corretiva, reparações, adaptações e modificações”, informou a secretaria.
Quanto à UBS Vila Formosa, “o Projeto Técnico Simplificado foi solicitado pelo Corpo de Bombeiros após vistoria realizada na Unidade. Somente após a finalização da reforma, o engenheiro poderá aprovar o Projeto Técnico Simplificado.”
Em relação ao Alexandre Zaio, “todas as respostas condizentes às adequações físicas e acessibilidades necessárias serão contempladas na proposta de reforma e ampliação, que se encontra em fase final de avaliação pelo Departamento de Edificações (Edif) e inclui o sistema de proteção e combate a incêndio.”
Fachada do hospital Doutor Alexandre Zaio: sem rampa adequada nem piso tátil, o calçamento está em mau estado para receber deficientes físicos. Foto: Wanderley Preite
Fachada do hospital Doutor Alexandre Zaio: sem rampa adequada nem piso tátil, o calçamento está em mau estado para receber deficientes físicos. Foto: Wanderley Preite
Além de não receber piso tátil, o chão do Alexandre Zaio precisa de reforma. Foto: Wanderley Preite Sobrinho/iG
Além de não receber piso tátil, o chão do Alexandre Zaio precisa de reforma. Foto: Wanderley Preite Sobrinho/iG
Embora a legislação obrigue a instalação de banheiro exclusivo para deficientes, no Hospital Alexandre Zaio o único instalado é livre para uso de todos. Foto: Wanderley Preite
Embora a legislação obrigue a instalação de banheiro exclusivo para deficientes, no Hospital Alexandre Zaio o único instalado é livre para uso de todos. Foto: Wanderley Preite
Fachada do Caps Pirituba 2, na zona oeste: calçada sem adaptação, entrada sem piso tátil e ausência de banheiro para deficientes. Foto: Wanderley Preite Sobrinho/iG
Fachada do Caps Pirituba 2, na zona oeste: calçada sem adaptação, entrada sem piso tátil e ausência de banheiro para deficientes. Foto: Wanderley Preite Sobrinho/iG
No prédio sem reforma, faltam bebedouros acessíveis e não há banheiro para pessoas com deficiência. Foto: Wanderley Preite Sobrinho/iG
No prédio sem reforma, faltam bebedouros acessíveis e não há banheiro para pessoas com deficiência. Foto: Wanderley Preite Sobrinho/iG
Entrada do Centro de Atenção Psicossocial não tem piso tátil nem rota alternativa para deficientes físicos . Foto: Wanderley Preite Sobrinho/iG
Entrada do Centro de Atenção Psicossocial não tem piso tátil nem rota alternativa para deficientes físicos . Foto: Wanderley Preite Sobrinho/iG
Empreiteira conclui reforma na UBS, que até o início do ano estava com extintores vencidos. Foto: Wanderley Preite Sobrinho/iG
Empreiteira conclui reforma na UBS, que até o início do ano estava com extintores vencidos. Foto: Wanderley Preite Sobrinho/iG
Fachada da UBS da Vila Matilde: reforma após denúncias de irregularidades. Foto: Wanderley Preite Sobrinho/iG
Fachada da UBS da Vila Matilde: reforma após denúncias de irregularidades. Foto: Wanderley Preite Sobrinho/iG
Depois da abertura de um inquérito, a prefeitura iniciou reformas na UBS da Vila Matilde. O banheiro, antes irregular, ganhou novas adaptações. Foto: Wanderley Preite Sobrinho/iG
Depois da abertura de um inquérito, a prefeitura iniciou reformas na UBS da Vila Matilde. O banheiro, antes irregular, ganhou novas adaptações. Foto: Wanderley Preite Sobrinho/iG
Fonte: Último Segundo (IG)

Fisiculturista sem braços faz sucesso também como modelo



Barbie Thomas perdeu os braços ao cair em cima de um transformador perto de casa, em Phoenix (Arizona, EUA), quando tinha 2 anos. Aos 37, entretanto, a deficiência não impediu a americana de se transformar em fisiculturista e disputar campeonatos convencionais.
“Quando perdi os meus braços, minha mãe ficou frenética sobre o que aconteceria comigo. Mas eu a abracei com as pernas como se eu já tivesse decidido o que faria”, contou Barbie ao “Huffington Post”.
“Aconteceu quando eu era bem jovem. Então foi mais fácil para eu me adaptar”, acrescentou a americana, que é divorciada.
E foi mesmo. Na adolescência, Barbie praticou natação, jogou futebol e fez dança na equipe da escola de ensino médio. Em 2000, iniciou o treinamento para se tornar uma fisiculturista.
A agenda de Barbie está cheia. Ela disputa torneios de fisiculturismo e fitness, trabalha como modelo, participa de eventos como convidada e dá palestras motivacionais.
Veja as fotos de Barbie Thomas:
Foto: Fitness Unarmed
Foto: Fitness Unarmed
Foto: Fitness Unarmed
Foto: Fitness Unarmed
Foto: Fitness Unarmed
Foto: Fitness Unarmed
Foto: Fitness Unarmed
Foto: Fitness Unarmed
Foto: Fitness Unarmed
Foto: Fitness Unarmed
Foto: Fitness Unarmed
Foto: Fitness Unarmed
Foto: Fitness Unarmed
Foto: Fitness Unarmed
Fonte: Blog PageNotFound, O Globo

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Soldado sem pernas completa corrida de 7 km com obstáculos

Foto: Reprodução / Metro
James Simpson já disse que pretende deixar o exército e estudar. Ele também criou um site, chamado Just Giving, que já arrecadou cerca de R$ 9 mil em doações à SSAFA – organização de caridade criada em 1885 para dar apoio a homens e mulheres das Forças Armadas britânicas e suas famílias.
Foto: Reprodução / Metro
Simpson perdeu as duas pernas e parte de uma mão em uma explosão quando servia no Afeganistão. Neste final de semana, ele se tornou o primeiro britânico duplamente amputado a completar uma tradicional corrida de obstáculos.
Foto: Reprodução / Metro
A corrida espartana, disputada no interior da Inglaterra, consiste em 7 quilômetros com 25 obstáculos, que vão de cercas de arame farpado até troncos em chamas.
Foto: Reprodução / Metro
Simpson treinou durante meses para enfrentar o percurso, que também incluía passagens por áreas alegadas e escalada de paredões de 9 metros de altura.
Foto: Reprodução / Metro
O militar foi aplaudido de pé após cruzar a linha de chegada, 4 horas depois do início da prova. Segundo ele, estava tão focado na corrida que nem percebeu a vibração da torcida. “Foi incrível. Eu sabia que seria difícil, e não tinha ilusões. Eu tive que me esforçar, tive mesmo. Estou muito feliz”, disse o soldado.
Foto: Reprodução / Metro
James Simpson já disse que pretende deixar o exército e estudar. Ele também criou um site, chamado Just Giving, que já arrecadou cerca de R$ 9 mil em doações à SSAFA – organização de caridade criada em 1885 para dar apoio a homens e mulheres das Forças Armadas britânicas e suas famílias.
Fonte: R7